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Renan Filho e mais oito governadores são impedidos pela Justiça de visitar Lula



'Nenhum outro privilégio foi concedido, inclusive sem privilégios quanto a visitações', Sergio Moro

Além do governador de Alagoas, Renan Filho (MDB), os governadores Camilo Santana (Ceará), Ricardo Coutinho (Paraíba), Rui Costa (Bahia), Tião Viana (Acre), Paulo Câmara (Pernambuco), Valdez Gois (Amapá) e Wellington Dias (Piauí), e os senadores Lindberg Farias (PT-RJ) e Roberto Requião (MDB-PR), foram impedidos, na tarde de hoje (10) pela Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, de visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso.



A entrada não foi autorizada pela 13ª Vara Federal de Curitiba.



O juiz Sérgio Moro tratou, em despacho ontem, dia 9, das visitas ao ex-presidente, "além do recolhimento em Sala do Estado Maior, foi autorizado pelo juiz a disponibilização de um aparelho de televisão para o condenado. Nenhum outro privilégio foi concedido, inclusive sem privilégios quanto a visitações, aplicando-se o regime geral de visitas da carceragem da Polícia Federal, a fim de não inviabilizar o adequado funcionamento da repartição pública, também não se justificando novos privilégios em relação aos demais condenados", determinou.

“Infelizmente, não conseguimos, pois teve uma decisão judicial que contraria a lei”, disse a presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), senadora Gleisi Hoffmann (PR). Ela afirmou que foi deixada uma carta para o ex-presidente.

O governador do Maranhão e ex-juiz federal, Flávio Dino, disse que “entre as regras da carceragem e a Lei de Execução Penal, todos sabemos que a lei tem primazia. E o artigo 41 da lei diz que o preso tem direito a visita do cônjuge, da companheira, de parentes e amigos”.

Questionado se o pedido não infringiria as regras da carceragem, ele disse que “não há nenhuma justificativa razoável e nós estamos particularmente incomodados com isso ser tratado como regalia. O que é direito não é regalia”, afirmou Dino.



Fonte: Gazeta web Com Agência Brasil