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Ama pede contratação de médicos cubanos para trabalhar no atendimento da Covid-19



Segundo a associação, há 35 profissionais cubanos em Alagoas que podem atuar no combate ao novo coronavírus.


A Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) protocolou no gabinete Civil do Estado, nesta terça-feira (9), pedido ao governador Renan Filho (MDB) para a contratação temporária de médicos cubanos para os municípios. A solicitação foi feita por causa da necessidade dos municípios de contratação de médicos para atendimento das vítimas de Covid-19.
Em Alagoas, 35 profissionais cubanos não regressaram e podem ajudar à população das cidades, segundo a AMA. Prefeitos dos municípios alagoanos querem que o Estado siga o exemplo de Pará, que anunciou a contratação de 86 médicos cubanos que vão reforçar o atendimento a pacientes com Covid-19.
A reportagem do G1 entrou em contato com a assessoria do governo, às 13h25, mas até as 14h45 não havia obtido resposta.
A presidente da AMA, Pauline Albuquerque, disse que municípios menores estão com dificuldades para contratar médicos. Ela citou os valores de plantões, que passaram de R$ 2.600,00 para, em média, R$ 4.500,00.
"Diante do exposto, é fundamental a participação do Governo do Estado junto aos prefeitos para que estes possam dar um atendimento digno aos seus cidadãos", diz um trecho do documento protocolado.
A AMA ainda afirmou que a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) também está apresentando aos deputados federais um projeto de lei de autorização legal para contratar profissionais que participaram do Programa Mais Médicos ou do novo Programa Médicos pelo Brasil de forma direta pelos municípios.
Segundo a Associação, o déficit e as dificuldades para a contratação e a continuação de médicos nos médios e pequenos municípios, e aqueles distantes dos grandes centros urbanos, é uma realidade que precisa ser enfrentada.
Segundo a presidente, muitos gestores devem oficializar ao Ministério Público a situação nas cidades, tendo em vista que hospitais e municípios passarão por dificuldades em manter a estrutura de saúde em funcionamento com falta de médicos.

Fonte: G1 AL